A boa comunicação entre o adulto e a criança faz com que ela desenvolva confiança, sentimento de autovalorização e bom relacionamento.
O período de adaptação da criança à escola deverá ser constante e jamais interrompido
Lidar com a criança é um processo contínuo. A comunicação com a criança abrange palavras, ideias e amor entre as pessoas. Esta forma de comunicação abrange tudo o que falamos e de que maneira falamos. Comunicamo-nos com olhares de reprovação ou com sorrisos, com ações, tapas ou abraços, com silêncio, bem como com palavras amáveis ou indelicadas. Ou seja, o adulto tem dificuldade de comunicar-se com a criança, principalmente quando essa comunicação envolve tanto os seus sentimentos como os da criança.
“A boa comunicação ajuda a criança a desenvolver confiança, sentimento de autovalorização e bom relacionamento com os outros. Isso faz a vida com os outros mais agradável e ajuda as crianças a crescerem e a tornarem-se adultos que possuem bons sentimentos acerca deles próprios e dos outros.
Como se comunicar adequadamente com a criança:
Com o intuito de proporcionar recursos para conseguir comunicar adequadamente com a criança, vejamos algumas sugestões:
– Use estímulos orais;
– Obtenha a atenção da criança antes de falar com ela;
– Comunique-se com a criança, permitindo-lhe olhar em seus olhos;
– Escute atentamente a criança;
– Faça pedido com firmeza;
– Use mensagens com “você” para interpretar as ideias e os sentimentos das crianças;
– Use mais sim do que não;
– Fale com a criança e não para a criança;
– Use mensagens “eu” na comunicação dos seus pensamentos e sentimentos;
– Faça pedidos simples;
– Diga “por favor”, “com licença”, “obrigado” e “de nada” para a criança;
– Não tente interromper nem repreender a criança, quando ela está contando suas histórias para você;
– Não use palavras cruéis, que levem a criança a chorar (estereotipar, ridicularizar, envergonhar);
– Use palavras de carinho para encorajar e formar a criança;
– Evite ficar dando ordens demais;
– Não ameace, porque não resolve o problema;
– Não envie mensagens contraditórias à criança;